Liberdade a libertinagem

Liberdade ou libertinagem?

Ambos iguais!
Perdidos no tempo por muitos ideais.
Tabus, tirano
de um povo sicrano
nos direitos humanos
não somos iguais
menosprezo direto de uma libido velha
nascido e criado por eternos imorais
desdenham a libido
envergonhados e metidos

humanos liberais?

Sacanas sarcásticos
de má índole
falando que nada engole
que no mundo não se pode dar mole
violando direitos natos
como ratos
xeretando o presente o futuro e o passado
de jovens docentes
que ensinam muita gente
viver eternamente
amando loucamente
fazendo memórias
de momentos ardentes
liberdade a libertinagem grita a libido louca
e selvagem.

Por isso sou Ateu

Sonhei que Deus, Era!
Sonhei que a justiça pondera.
Sonhei!

Ilusão inocente!
Nem era Deus o homem,
Nem era o homem Deus.

Nem mesmo Adão agradou
Sendo o primeiro, Quanto mais
O… vai saber, qual?
Número sou!

Dinastia divina
De um cretino religioso
Que a muitos fascina.

Era mesmo capcioso
Tal criação
Criamos Deus, Tememos
Deus.

Por isso sou ATEU!
A minha razão a fé submeteu
A cretina racionalização
da divina adoração!

Bondoso, Justo, Amor
E muitos outros atributos
Que homens eruditos
Ateu tornou!

Falso silogismo

Estava tendo um psicologismo
quando percebi um silogismo
dentro de mim

Não entendi que tudo era falso
Que não era racional
Não queria pisar em falso
nem morre por um crime passional

Estes pensamentos lisogênos
são retratos psicológicos
do meu ego e de minha psique

tenho alma dolorosa
tenho vida valorosa

minha psique me aflige
e não há nada que me restringe

nem mesmo um psicologismo de um falso silogismo.

Veleidade

Minh’alma calma e transparente
Muitas vezes irreverente
Sente se diferente
E a si mesma que terminar
Pois não consegue dominar
As emoções que a dominam

Com força e vontade
Que mais parece tempestade
Que nunca vai acabar
até parece que de mim que roubar
A vida que conquistei
Sabia que não podia amar
Agora só há o que reclamar
pode até parecer egoísmo ou até sofismo

mas não há nada
que me deixa mais indignada
que saber que nesta vida não se leva nada
E mesmo assim muitos querem levar
até a morte tentam ludibriar
tentando algo daqui levar!

Energúmeno

 Energúmeno escarlate
Faces por todas as partes
dessa mascara de artes
de uma criança de pré
tire as máscaras
energúmeno
pois já conheço sua raça
estrume do mundo
guarde a farsa que preparavas
aqueles que não veem que por ti foram
engodados
conheço sua história
antes mesmo do mundo ser mundo
e que vens do submundo
corromper as ideologia natas
o energúmeno disse que as ideologias natas é
que sãos as suas máscaras e que o que ela vê
é escarnia de sua própria raça
pobre energúmeno
nem mesmo a desgraça
queria estar na praça
perto de sua graça
energúmeno!

Blasfêmia

 

Heréticos profanos

Imundos humanos

Caminham fadados

a mercê de um tirano

em suas artimanhas veterano

Tirano insano

comanda a mente

tão cordialmente

que nem percebes

o universo holográfico

que vives

tudo maquiado

o mundo é guiado

por mentes brilhantes

e eternos aliados

pra deixar muita gente alienado!

 

Blasfemando contra a terra

em nome de deus

 

um povo sem rumo deixados ao léu

Clandestinos medíocres

de frívolos valores

malditos escarnecedores

gritando ao mundo inúteis valores.

​Os três amores

Amei uma mulher
linda e indecente
calma e inteligente
um pouco ardente de mais

Neguei o seu amor
e sem nenhum temor
amei outra vez

Amei a menina linda
doravante mais inteligente
mas acho que queria ainda
aquele amor tão emergente

Outro amor ainda tive
este agora não pertinente
era a libido que bradava
loucamente

noites claras de delírios
depois de longas noites só colírio
minha mente
pram mim mente
acho que amo as três loucamente
ouvir meus pensamentos
a seiscentos por segundo
me deixando confuso

me sentindo um delinquente
por arrancar corações de muita gente

uma frágil outra ardente e a última
inteligente
não sei o que fazer
amo as três igualmente.

Minh’Alma Peregrina

Minh’Alma Peregrina
Minh’alma Peregrina
As noites serenas perdidas
minh’alma peregrina
Começa esta poesia sem rima
sem jeito, sem nexo, sem vida

Minh’alma Peregrina
Caminha nas Labutas
Tumulas de ardor
Das noites adornadas
pelo mal

Minh’alma Peregrina
Caminha Pelos sepulcros
do teu coração
Sepulcro caiado
Vazio de amor

Min’Alma Peregrina
Sem Rima, Sem Vida
Foge pelos Vales da Escuridão
Minh’Alma Peregrina

Minh’Alma Peregrina
Se encontra perdida
Min’Alma Peregrina
Está Além Da Vida
Além da Escuridão

Utópia de uma bruxa má

Eu queria que Freia, minha pequena amiga deusa nórdica do amor e da magia, me iluminasse com sua compaixão. Dê-me um amor ou uma vida como Odin que mesmo Frigga em suas mãos deixe seduzir. E agora Thor reinando nos céus com seu martelo esmagador. Essa minha utopia que me faz confundir realidade e psicodelia. Gostaria de entender minha confusa mente perdida com muitas dimensões difusas. Alguém que entende a mente louca de um mau amante. Eu estava pensando na biblioteca de uma pequena bruxa me guiando através das ruas decadentes da vida!

– Quero um pouco de sua energia.

Quero mares de sabedoria! E um rio de pura energia. Quero ser agora o que Hécate era a deusa da magia. Quero porções para produzir, um mundo mágico e imaginário para eu levar. Ser uma deusa da magia não quer ser! Eu quero ser a deusa! Como nunca antes, nem Hécate, nem Freia, nem Tsui’goab, nem mesmo Merlim. Eu não quero ser humano; Uma anomalia(Um homem sem magia).

“Tal anodita, uma herança das montanhas, Das janelas inerentes ao coração, Encadernado ao mundo cruel e imensurável pelas anomalias calculadas Anómalo em um universo de cordas e cordas Orquestrado não por um mágico mas por um renomado físico. Um universo holográfico, um mundo um pouco mágico. Se um povo feroz luta e trabalha por meios inocentes. Qual estrada vai chegar !!! Vivendo agora perdido em um amor de alegorias. Quando eu amo não é amor quando odeio é um horror. Estou de volta ao mesmo Clichê, será um pobre amante? Eu nem sequer tenho um gênero, ou vou, em um feitiço mágico! Que lado da vida eu vivo? Será o lado escuro …

Entre comigo na minha utopia, nos meus delírios para os vigias que me marcam e me dominam com suas fortes energias senhores da utopia. Senhores dos sonhos do mundo invisível. Calma-te mente inquieta! Um dia, o mais na vida da pequena bruxa. Que eu vivi cerca de quinhentas gerações lá! Vagueando a terra vendo vidas e mais vidas chegando ao fim. Pensando nos amores que se foram e agora eles não voltarão. Memórias tristes e melancólicas, conhecendo a futilidade da vida. Tão frágil e egocêntrico que não nos dá espaço para apreciar, vivendo a vida das vidas diversas que amamos. Harrowing cruel e frio as esperanças que nos cercam. Tempo cruel, mesmo para uma pequena bruxa como eu. Ser eterno é um carma inelutável, para aqueles que são como eu. As bruxas inevitavelmente pedem o caos … Seja interno ou externo, a alma é um labirinto mortal, e em seu fim há apenas um completo vazio. Nem mesmo as mais belas alegorias de Afrodite ou mesmo Othello, o mouro de Veneza e sua amada Desdêmona, agitam a alma cansada de uma bruxa eterna. Quem vai dizer os sonetos recitados por Don Juan (Lord Byron). Com seu precioso mal secular. Levando a alma mais macia a ilusões inexoráveis. Deus me ajude! Com tantas emoções eloquentes transbordando de dentro da alma confusa. Incógnito de valor indescritível, nem pelos maiores poetas poderiam ser poetizados. Nem mesmo num canto declamado. Bruxa amante da vida humana análoga aos carnal com sentimentos de alma finitanas complexidades de seu infinito!

No final, não teríamos uma bruxa má. Uma mulher sentimental e confusa, eterna, que temsaudade da vida, cansada da eternidade vazia de coração. Nem mesmo um com quem ela seenvolveu para a eternidade juntos contemplar esta bruxa só queria alguém para amar.